Chilavert foi conhecido como um goleiro emblemático, polêmico, que marcou história tanto no futebol argentino, paraguaio como mundial. Por muitos anos foi o maior goleiro artilheiro do mundo, perdendo seu posto em Agosto de 2006, quando foi superado por Rogério Ceni.Chilavert começou a carreira no Deportivo Luquenho. Também teve uma curta passagem pelo Guarani do Paraguai, onde conquistou o campeonato nacional em 1984. Posteriormente foi para o San Lorenzo, até se destacar e conseguir uma transação para o Real Zaragoza. Sua carreira deslanchou quando voltou para o futebol argentino, defendendo o gol do Vélez Sarsfield, onde conquistou o torneio clausura 92-93 e também a Copa Libertadores e Mundial de 1994. A partir deste título, sua carreira foi repleta de conquistas até 1998, conquistando torneios nacionais e copas sulamericanas.
Em 1999, Chilavert entrou para a história ao fazer 3 gols em uma mesma partida, contra o Ferro Carril, quando seu clube goleou por 6 a 1. Durante toda a carreira o goleiro-artilheiro fez 62 gols, sendo 41 em cobrança de pênaltis. Ainda nas conquistas pessoas, Chilavert foi eleito, pela IFFHS, 3 vezes o melhor goleiro do mundo, nos anos de 1995, 1997 e 1998.
Na seleção paraguaia foram 8 gols em 74 partida. Disputou duas copas do mundo, em 1998 e 2002, onde a seleção de seu país não conseguiu passar das oitavas de finais, caindo frente a França e Alemanha respectivamente.
Sua carreira também foi marcada por polêmicas, principalmente com jogadores brasileiros. O goleiro chegou a cuspir no rosto do lateral Roberto Carlos ao final de uma partida das eliminatórias para a Copa de 2002. Sua opinião sobre o goleiro Rogério Ceni também já ganhou destaque na imprensa. Ele se auto-denonima o maior goleiro artilheiro do mundo, uma vez que alega que Rogério Ceni jogou mais partidas por um time de ponta, com isso o paraguaio perdeu chances de bater faltas e pênaltis jogando por times menores. Outro ponto que o ex-jogador destaca sempre que possível, é que fez gols pela seleção de seu país, fato que Rogério Ceni ainda não conseguiu.
Neste artigo trataremos de um dos melhores goleiros da história do futebol sulamericano. Ubaldo Fillol teve vários apelidos como Super-Homem, Homem Biônico, Monstro Verde, mas ao final de sua carreira, ficou conhecido como Pato, ou apenas Fillol.Goleiro com muito reflexo e boa reposição de bola, começou a carreira pelo pequeno Quilmes, em 1969. Após 3 anos já se destacava defendendo a meta do Racing, um dos grandes times daquela época. No time de Alvellaneda, se destacou defendendo 6 pênaltis em uma única temporada, recorde argentino.
No River Plate ganhou 3 campeonatos argentinos, garantindo destaque continental e uma vaga na seleção. Disputou 3 mundiais, mas foi na Copa do Mundo de 1978 o ápice de sua carreira, onde a Argentina ganhou o mundial, em casa, e ainda foi eleito o melhor goleiro do mundo. Foi sacado das eliminatórias da Copa do Mundo de 1986 no México pelo técnico Carlos Bilardo, que por muitos foi tido como mal agradecido por tudo que o goleiro representou para aquela seleção.
No Brasil, Fillol defendeu o Flamengo de 1983 até 1985, conquistando uma Taça Guanabara em 1984. Teve também uma passagem de 3 temporadas pelo Atlético de Madrid. Retornando ao Racing em 1988 e ganhando a primeira edição da Supercopa Sulamericana, torneio que reunia os campeões da Copa Libertadores.
Fillol parou de jogar aos 41 anos, pelo Vélez Sarsfield. A partida de despedida foi contra o clube que mais visibilidade deu ao jogador, o River Plate. Justo em seu jogo de despedida, um pênalti traçaria o destino final do jogador nos gramados. Pênalti este, mais uma vez defendido por Pato. Após a defesa, o jogo ficou paralisado e os jogadores que estavam em campo deram uma volta olímpica com o arqueiro. Foi quando em todos os meios de comunicação argentino, o elegeram como o melhor goleiro argentino de todos os tempos.
Hoje, o Pato é treinador de goleiros da seleção argentina e desde 2008 existe um troféu para o aqueiro menos vazado na Argentina. O nome do prêmio não poderia ser outro. Premio Ubaldo Matildo Fillol.
Estaremos lançando neste mês de setembro uma série de posts sobre goleiros latinos que fizeram a história recente do futebol. Começamos com um goleiro paraguaio que jogou por diversos times brasileiros na década de 90.Roberto "Gato" Fernández Bonillo, ou somente Gato Fernandez, começou sua carreira no pequeno River Plate de Assuncion, do Paraguai, mas logo chegou ao Cerro Portenho. O jogador se destacou por sua postura e carisma em campo. Sua qualidade técnica o levou a seleção do seu país. Defendendo a seleção paraguaia, disputou a copa do mundo do México, em 1986, onde defendeu um penalti a favor da seleção local cobrado pelo maior ídolo mexicano naquela época, Hugo Sanches. Garantindo o empate em 1 a 1, resultado que colocou a seleção na segunda fase da competição.
Ao todo foram 78 participações no selecionado. O grande título de Gato Fernandez foi a Copa América de 1979, sendo um dos jogadores mais importantes do torneio, ao lado de Romerito e Cabañas.
No Brasil, o goleiro defendeu vários times, entre eles Flamengo, Internacional e Palmeiras. No time gaúcho foi campeão da Copa do Brasil de 1992. Já no Palmeiras, disputou a Copa Libertadores da América em 1994.
Gato Fernandez encerrou seu ciclo na seleção paraguaia nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1990, jogo disputado contra o Equador.
Hoje, o jogador assessora a carreira de seu filho, Roberto Junior Fernandez, goleiro contratado recentemente pelo atual campeão da Libertadores da América, Estudiantes de la Plata.
Pancadaria no clássico boliviano entre Blooming e Oriente Petrolero.(24/08) O resultado nesta ocasião ficou em segundo plano, o "jogo" terminou empatado em 2 a 2. O agressor, responderá criminalmente. Sergio Jáuregui, do Blooming também é zagueiro da seleção boliviana. O jogador agredido, o uruguaio Medina continua internado.
No último dia 13 de Agosto, uma equipe uruguaia debutou em torneios internacionais. O Liverpool Futbol Cub, time da primeira divisão do futebol uruguaio, enfrentou o Cienciano do Perú pela Copa Sulamericana.Fundado em 1915 na cidade de Montevideo, por alunos do Colégio de los Padres Capuchinos de Nuevo París, o nome veio em homenagem a equipe inglesa. Outra versão, contada por historiadores do futebol uruguaio, dizem que o nome da equipe surgiu devido a localização do maior porto inglês naquela época. A cidade de Liverpool, era a cidade inglesa mais conhecida em Montevideo. As cores azul e preto são homenagens aos vitoriosos times uruguaios daquela época, Defensa e Titán.
Em 1920 a equipe conseguiu ótima colocação no campeonato local, quando conquistou o quarto lugar, atrás de Nacional, Penharol e Wanderers. Na década de 70, a equipe fez uma excursão pela europa, no qual disputou 12 partidas, conquistando 3 vitórias, dentre elas, uma goleada contra o Werder Bremen por 4 a 1 e um suado trunfo contra o Sevilla. Outro resultado comemorado na época foi o empate contra o Atlético de Madrid.
O estádio do Liverpool, chamado de estádio Belvedere, localizado na calle Julián Laguna, tem capacidade para 8.000 pessoas. Um fato histórico, com direito a placa, ocorreu em 1910, quando a seleção uruguaia, disputou o primeiro jogo com a famosa camisa celeste.
As principais conquistas do Liverpool foram 3 títulos da segunda divisão uruguaia. No ano passado, a equipe voltou a igualar o feito de 1920 e terminou o campeonato uruguaio em quarto lugar, posição que deu direito a disputa da Copa Sulamericana. Retornando ao jogo da semana passada, o placar ficou zero a zero, com 12 chances de gol criada pela equipe charrua. Agora, na altitude de Cuzco, os uruguaios buscam marcar seu nome da história deste clube.
Um dos melhores jogadores do futebol boliviano. Essa é a definição simples que muitos analistas esportivos falariam de “el diablo”. Muitos brasileiros lembrarão da histórica derrota nas eliminatórias de 1993, quando a seleção canarinho conheceu sua primeira derrota em toda história da competição. Foi ele o autor do gol, a dois minutos do fim, que abriu caminho para colocar a seleção boliviana na Copa dos Estados Unidos.
Etcheverry, foi muito mais que isso. Além de referência no futebol de seu país, foi um cigano do futebol latino. Jogou por equipes bolivianas, equatorianas, colombianas e chilenas. Teve também uma rápida passagem pelo futebol espanhol, onde defendeu o Albacete. Seu ponto mais alto na carreira, foi disputando a Major League Soccer, nos Estados Unidos. Praticando o soccer, foi eleito no ano de 1998, o melhor jogador do campeonato, jogando pelo DC United. Lá, conquistou 3 títulos, fez 34 gols e mantém até hoje o record de assistências, 101. Sua estadia em gramados norte americanos durou longos 8 anos.
Pela seleção boliviana, foram 71 jogos, 13 gols marcados, mesmo atuando como meio campo, e participação em uma Copa do Mundo. O atleta disputou o torneio máximo de seleções em 1994, onde foi expulso logo no primeiro jogo contra Alemanha, aos 4 minutos de jogo. Uma entrada violenta no adversário, abreviou sua passagem na copa daquele ano.
No ano de 2006 encerrou sua carreira em um jogo festivo em Santa Cruz de la Sierra, onde reuniu os jogadores da seleção que derrotou o Brasil nas eliminatórias de 1993, mais algumas estrelas do futebol latino como José Luís Chilavert, Carlos Valderrama, Alex Aguinaga, Fernando Gamboa entre outros.
Com 109 gols na carreira e passagem por 10 clubes diferentes, o jogador foi um ícone, marcando toda uma geração. Assim como os jogadores Higuita (Colombia), Del Solar (Perú) e Hugo Sanchez (México), escreveu seu nome na história defendendo a seleção de seu país. Em 2008, começou a carreira de treinador na equipe do Oriente Petroleiro. Atualmente é diretor técnico do time Aucas, do Equador, que disputa a segunda divisão local. El diablo tenta tirar a equipe de sua maior crise, após parceria mal feita com a empresa Sports Led Media.
Etcheverry, foi muito mais que isso. Além de referência no futebol de seu país, foi um cigano do futebol latino. Jogou por equipes bolivianas, equatorianas, colombianas e chilenas. Teve também uma rápida passagem pelo futebol espanhol, onde defendeu o Albacete. Seu ponto mais alto na carreira, foi disputando a Major League Soccer, nos Estados Unidos. Praticando o soccer, foi eleito no ano de 1998, o melhor jogador do campeonato, jogando pelo DC United. Lá, conquistou 3 títulos, fez 34 gols e mantém até hoje o record de assistências, 101. Sua estadia em gramados norte americanos durou longos 8 anos.
Pela seleção boliviana, foram 71 jogos, 13 gols marcados, mesmo atuando como meio campo, e participação em uma Copa do Mundo. O atleta disputou o torneio máximo de seleções em 1994, onde foi expulso logo no primeiro jogo contra Alemanha, aos 4 minutos de jogo. Uma entrada violenta no adversário, abreviou sua passagem na copa daquele ano.
No ano de 2006 encerrou sua carreira em um jogo festivo em Santa Cruz de la Sierra, onde reuniu os jogadores da seleção que derrotou o Brasil nas eliminatórias de 1993, mais algumas estrelas do futebol latino como José Luís Chilavert, Carlos Valderrama, Alex Aguinaga, Fernando Gamboa entre outros.
Com 109 gols na carreira e passagem por 10 clubes diferentes, o jogador foi um ícone, marcando toda uma geração. Assim como os jogadores Higuita (Colombia), Del Solar (Perú) e Hugo Sanchez (México), escreveu seu nome na história defendendo a seleção de seu país. Em 2008, começou a carreira de treinador na equipe do Oriente Petroleiro. Atualmente é diretor técnico do time Aucas, do Equador, que disputa a segunda divisão local. El diablo tenta tirar a equipe de sua maior crise, após parceria mal feita com a empresa Sports Led Media.
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